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08 de julho: Dia Mundial da Alergia

Hipertensão não controlada gera maior risco de demência! Data ressalta a necessidade do tratamento de alergias

O Dia Mundial da Alergia, celebrado no dia 08 de julho, tem como objetivo alertar a população sobre a importância do tratamento das alergias que, em alguns casos, podem levar até à morte. A data foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

E o que pode ser considerado como uma alergia? Toda reação exagerada de defesa do organismo contra agentes que, a princípio, não deveriam fazer mal ao organismo, como, por exemplo, os ácaros (organismos visíveis apenas microscopicamente) presentes na poeira. O tipo mais frequente de manifestação de alergia é a respiratória, como a rinite e asma. Alergias de contato, de alimentos e urticárias também são comuns e necessitam de atenção.

A anafilaxia, uma reação alérgica grave, de hipersensibilidade imediata e severa, que afeta todo o corpo, pode levar à morte. A manifestação mais grave ocorre quando são provocados inchaço e obstrução das vias aéreas superiores. Neste caso é necessário tratamento de emergência. Medicamentos, látex, alimentos e venenos de insetos são os principais causadores de anafilaxia.

Os tratamentos das alergias são realizados com remédios como anti-histamínicos e corticoides, prescritos devidamente por um médico especialista, para tratamento de crises agudas, assim como prevenção de novas crises.

Ainda que as alergias não sejam um fator de risco para contrair a COVID-19, algumas delas podem se tornar um fator complicador para uma pessoa que contraiu a doença.

Como diferenciar os sintomas da alergia e da COVID-19

Observando o momento atual de pandemia de COVID-19, é importante entender as diferenças entre rinite, gripe, resfriado e COVID-19, e não relativizar os sintomas. Esse alerta deve ser ainda maior neste período de inverno.

A rinite resulta em muitos espirros em sequência, em crises que podem se repetir após certo período e em geral a pessoa tem um histórico de alergia; a gripe tem sintomas mais duradouros (em torno de 05 a 07 dias) e é propensa a provocar febre alta. Já o resfriado apresenta reações parecidas com a gripe, mas o seu desaparecimento é mais rápido (02 a 04 dias) e menos doloroso.

E no caso da COVID-19, existe uma lista maior de sintomas, muitos deles semelhantes a essas doenças cotidianas. Os mais comuns são febre, tosse seca, coriza e cansaço. Porém, também podem ocorrer perda de paladar e de olfato, dores de cabeça, de garganta ou musculares, calafrios, conjuntivite, diarreia, erupções cutâneas, que são os mais comuns. Nos casos moderados a graves da COVID-19 o paciente apresenta dificuldade de respirar, febre persistente e muito cansaço. A emergência deve ser procurada o quanto antes para avaliação e tratamento.

Com informações: UNIMED; Ministério da Saúde (MS); e Segs.

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